
Como foi falado anteriormente a Holanda não podia atacar o Brasil de forma louca como fez o Chile.
No primeiro tempo restou acossada em seu próprio campo, sem levar qualquer perigo à meta de Júlio Cesar, suportando a pressão da melhor forma que conseguia.
Tomou um gol logo cedo no jogo e passou a sofrer da síndrome do primeiro gol sofrido. Como também dito anteriormente, quem toma um gol nas fases decisivas da copa geralmente se perde e se desorganiza em campo o que acarreta, geralmente, que o time tome outro gol.
O Brasil teve oportunidades e acertadamente continuou a pressionar até o final do primeiro tempo, a Holanda perdidinha em campo.
Mas não matamos o psicopata. Isso é imperdoável, futebol que é um jogo e não um ato de justiça (assim como é a vida) nos reservou a falta de sorte (grandíssima) de o melhor goleiro do mundo errar numa saída de bola aleatoriamente cruzada na área.
A síndrome do primeiro gol, então, foi sentida pelo Brasil, só que a Holanda, tal qual o psicopata do filme "Laranja Mecânica", matou, sem dó nem piedade, enquanto o time canarinho estava zonzo.
Analisando friamente o jogo a Holanda não levou nenhum perigo mais ao gol defendido por Júlio César, o Brasil, depois do golpe fatal, apenas agonizou por uns minutos, sangrando um sangue vermelho da cor do cartão do árbitro japonês.
Enfim, isso é futebol. Um jogo imprevisível, no qual nem sempre o melhor vence, mas no qual o mais competente e o mais psicopata tende a ganhar. A lição que fica é a mesma de sempre: Mate seu adversário enquanto ele ainda estiver no chão.
P.s. Via de regra a análise que se faz aqui é mais tática do que emocional ou fática. Mas na copa, pouco importa a tática (tudo vira uma bagunça a partir dos 25 do segundo), o que importa é ter frieza, cálculo e eficiência, sobretudo nas fases decisivas.
No primeiro tempo restou acossada em seu próprio campo, sem levar qualquer perigo à meta de Júlio Cesar, suportando a pressão da melhor forma que conseguia.
Tomou um gol logo cedo no jogo e passou a sofrer da síndrome do primeiro gol sofrido. Como também dito anteriormente, quem toma um gol nas fases decisivas da copa geralmente se perde e se desorganiza em campo o que acarreta, geralmente, que o time tome outro gol.
O Brasil teve oportunidades e acertadamente continuou a pressionar até o final do primeiro tempo, a Holanda perdidinha em campo.
Mas não matamos o psicopata. Isso é imperdoável, futebol que é um jogo e não um ato de justiça (assim como é a vida) nos reservou a falta de sorte (grandíssima) de o melhor goleiro do mundo errar numa saída de bola aleatoriamente cruzada na área.
A síndrome do primeiro gol, então, foi sentida pelo Brasil, só que a Holanda, tal qual o psicopata do filme "Laranja Mecânica", matou, sem dó nem piedade, enquanto o time canarinho estava zonzo.
Analisando friamente o jogo a Holanda não levou nenhum perigo mais ao gol defendido por Júlio César, o Brasil, depois do golpe fatal, apenas agonizou por uns minutos, sangrando um sangue vermelho da cor do cartão do árbitro japonês.
Enfim, isso é futebol. Um jogo imprevisível, no qual nem sempre o melhor vence, mas no qual o mais competente e o mais psicopata tende a ganhar. A lição que fica é a mesma de sempre: Mate seu adversário enquanto ele ainda estiver no chão.
P.s. Via de regra a análise que se faz aqui é mais tática do que emocional ou fática. Mas na copa, pouco importa a tática (tudo vira uma bagunça a partir dos 25 do segundo), o que importa é ter frieza, cálculo e eficiência, sobretudo nas fases decisivas.
Nenhum comentário:
Postar um comentário